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Educação a Distância Marketing em 12 Mai 2009

Graduação a distância quase dobra no Brasil em um ano.

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12/05/2009 - Brasília - A educação a distância é a modalidade que mais cresce no ensino superior brasileiro. Em 2008, o número de estudantes de graduação chegou a 760.599, um aumento de 91% em relação a 2007. Nos últimos quatro anos, de 2004 a 2008, o salto foi de 1.175%. E, embora os cursos à distância atendam o equivalente a apenas um sexto dos alunos presenciais, eles avançam num ritmo de fazer inveja às faculdades tradicionais.

O dado mais recente do Ministério da Educação relativo a cursos presenciais é de 2007, quando havia no país 4,8 milhões de estudantes. Na comparação com o ano anterior, isso representa crescimento de 4,4%. No período 2004-2008, as matrículas presenciais aumentaram meros 17%. “O ensino a distância democratiza o acesso ao ensino superior”, diz o secretário de Educação à Distância do MEC, Carlos Bielschowsky.

Paraná concentra 20% da oferta. Instituições usam formatos distintos
Alunos aproveitam tempo livre. O técnico em informática José Flávio Fiuza Lima, 52 anos, carrega sempre um laptop nas costas. Aluno do quinto semestre de um curso de Administração a distância, em Brasília, ele transforma qualquer hora e local em momento para estudar. Pode ser no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, à espera de um filho, ou num shopping, depois do almoço. “Às vezes as pessoas passam, falam comigo e nem vejo”, diz José Flávio, que pretende fazer mestrado em Economia após a formatura.

O presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância, Fredric Michael Litto, aposta que esta modalidade é o caminho para a expansão do ensino superior. Ele lembra que só 12% dos jovens de 18 a 24 anos estão na universidade, índice inferior a países como Argentina, Chile e até mesmo Bolívia. “A educação a distância representa uma possibilidade de mudar esse quadro, saltando dos 12% ou 13% atuais de cobertura para 20% ou 25%”, diz Fedric, professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP).

Eficácia

Entre as vantagens do ensino a distância estão a possibilidade de levar cursos de graduação a municípios onde não há professores, a flexibilidade de horários e o valor mais baixo das mensalidades. Em contrapartida, disciplina e motivação dos alunos precisam ser maiores.

Bielschowsky e Fedric dizem não duvidar da eficácia, em termos de aprendizagem, dos cursos a distância. Ao cruzar resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), substituto do Provão, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) constatou que alunos a distância tiraram, em média, notas mais altas do que os colegas de cursos presenciais. Isso ocorreu entre formandos de Administração e Matemática.

Qualidade

Mas nem tudo funciona. Entusiasta das novas tecnologias, o secretário Bielschowsky quer evitar a proliferação de cursos de baixa qualidade e deu início à supervisão das universidades que oferecem a modalidade. Desde 2008, 23 instituições entraram na lista de fiscalização de 320 professores que percorrem o país para avaliar in loco o ensino ofertado. O resultado é a assinatura de termos de compromisso, com prazo de um ano para melhorias. Entre os principais problemas estão deficiências na avaliação, falta de contato dos alunos com professores, baixa qualidade do material didático e o número excessivo de estudantes por docente. Enquanto a média internacional é de 130 alunos por mestre, o MEC descobriu cursos nos quais a proporção superava mil por l.

O presidente da Associação Nacional de Universidades Particulares (Anup), Abib Salim Cury, apoia a cobrança de mais qualidade, mas critica a falta de diálogo com o setor e culpa o governo pelo descontrole: “Largaram ao Deus dará. Tem de botar ordem no galinheiro, só que agora fica mais difícil. Como sempre, começaram a agir sem diálogo, contra as boas (instituições) e as ruins.”

Fonte: Gazeta do Povo

Informática Marketing em 03 Abr 2009

Laptop educacional garante otimismo de fabricantes

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Venda de notebooks devem avançar 40% neste ano, atingindo seis milhões de unidades

A disseminação do uso de notebooks nas salas de aula de escolas públicas e privadas está garantindo o otimismo dos fabricantes de PCs, mesmo em um ano em que os institutos de pesquisa admitem que o crescimento das vendas será menor que em 2008.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o mercado de computadores pessoais no Brasil em 2009 não deve crescer, apresentando as mesmas vendas de 12 milhões de máquinas de 2008. Porém, isoladamente, as vendas de notebooks devem disparar 40%, para 6 milhões de unidades, enquanto as de computadores de mesa devem recuar 22%, para os mesmos 6 milhões de unidades.

A licitação do Ministério da Educação (MEC) pelos primeiros 150 mil notebooks educacionais é apenas um começo. De tela menor que um notebook tradicional e com alguns softwares educacionais instalados, os equipamentos – também conhecidos por netbooks – são vistos como novo material didático.
Fonte: IT Web

e-learning Marketing em 03 Abr 2009

“Melhoria da educação no Brasil passa pelo ensino a distância”, diz especialista

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Estudar no Brasil ainda é um privilégio para poucos. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgada em 2008 pelo Ministério da Educação, apontou que 1,8 milhão de jovens entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Embora seja claro que a educação no país tenha melhorado nos últimos anos, ela ainda está longe da situação ideal.

A fim de melhorar esse quadro, inúmeras formas de incentivo à educação e novas maneiras de aprendizado têm surgido. Uma delas que tem crescido significativamente no Brasil é o e-Learning. Entre 2004 e 2007, a educação a distância registrou um aumento de 213%. Mais de 2,5 milhões de usuários se utilizaram dessa modalidade em 2007, em cursos formais de educação básica, especialização e graduação, formação continuada das empresas e de formação técnica.

O estudo aponta ainda que quase um milhão deles frequentou o Ensino Formal, que inclui os cursos de graduação, pós-graduação, técnicos e educação de jovens e adultos. Na graduação são 430 mil alunos, o que representa 45% do montante total. Já os cursos de especialização e extensão atingem 390 mil estudantes. Na graduação e na pós-graduação são 356% de crescimento em quatro anos.

A iniciativa privada também tem grande responsabilidade por esse crescimento. Isso porque as empresas aumentaram os investimentos em educação a distância (EaD). Em 2006 investiam 5%, no ano seguinte passaram para 26%. Em 2008, o índice chegou a pouco mais de 50%.
Fonte: Região Noroeste

planejamento Marketing em 27 Mar 2009

Educação em 6º lugar

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26/03/2009 - Uma pesquisa recente do Ibope aponta que a educação é a sexta prioridade do brasileiro. O problema do ensino passa a ser cultural. Para alguns, comprar um carro é mais importante do que investir em ensino. Sem falar que o ensino público tem a fama de ser ruim – exceto o universitário. O brasileiro está correto nessa avaliação. Na pesquisa do Ibope, a falta de qualidade do ensino é criticada pelos entrevistados como um dos fatores que levam a educação a ficar longe do topo da lista.

Embora educação seja exigência básica para os melhores postos de trabalho – quase 100% de bons empregos tanto públicos quanto privados exigem ensino superior – a situação financeira de famílias de classe baixa e recém chegadas à média obrigam os jovens a abandonar o ensino e procurarem um emprego. Anos depois, esse mesmo jovem descobre que pode perder o emprego para uma pessoa mais qualificada.

Para dar um choque de educação, o governo precisa valorizar o professor. Sem isso, nenhum país conseguiu avançar. Exemplos? A Finlândia, que até o início dos anos 60 recebia ajuda do Unicef, hoje é um exemplo de país com tecnologia avançada.

Atualmente, quem freqüenta um curso de licenciatura – que dá direito a lecionar no ensino básico – se sente um discriminado. Muitos professores perguntam a esses alunos vão trabalhar em escolas públicas e a resposta é sempre a mesma. “Ia, né, mas com esse salário…”. E isso é no país inteiro, de ponta a ponta.

Em outras palavras, não adianta construir prédios novos, instalar computador, ar condicionado e outros equipamentos, se o professor que estiver lá para comandar a unidade educacional não for bem remunerado. Não estimular os bons profissionais a encarar o desafio é um dos grandes problemas da educação no Brasil.

E um choque na educação não pode ser dado a curto prazo. Passamos 16 anos com dois governantes ditos progressistas – Fernando Henrique e Lula – que não tiveram vontade política de por em prática uma ampla e irrestrita reforma educacional. Medidas como estas são a médio prazo. Efeitos não surgem antes de 10 anos.

É preciso agir com rapidez. O Brasil tem hoje apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos cursando o ensino superior. É um índice ridículo, quando comparado com Chile e Argentina, onde 40% dos jovens nessa faixa etária ingressam na universidade. Pior ainda é saber que a evasão no ensino médio (antigo segundo grau) é tão grande que até dispensa a ampliação de vagas no ensino superior. Será que um dia algum governante ao olhar para esses números vai tomar uma decisão política?

Fonte: Diário de Cuiabá

Sem Categoria & e-learning Marketing em 27 Mar 2009

Inovação, a melhor saída para a crise

Inovacao - Inovacao

26/03/2009 - 26 de Março de 2009 - Quanto tempo durará a crise financeira internacional? Essa é uma daquelas respostas que vale 1 milhão de dólares. Infelizmente ninguém sabe ao certo. Sabemos que será longa e que trará uma profunda reorganização da economia mundial. Para muitos, vamos sair da crise com o fim da recessão. Mas não é só disso que se trata.

Se olharmos para trás, vemos que a grande depressão foi longa. A definitiva recuperação americana só aconteceu após a entrada na guerra. Antes disso, os Estados Unidos retrocederam até 1933, recuperaram-se e voltaram a despencar em 1934 e 1937. Em termos reais, o Produto Interno Bruto (PIB) americano só voltaria ao patamar de 1929 em 1940. Mas uma nova ordem econômica global só se consolidou depois do conflito mundial.

Não creio que vamos repetir a tragédia da depressão dos anos 1930 porque aprendemos com aquela crise. Hoje, os governos estão tomando iniciativas que seriam inimagináveis na época e temos, por sorte, a herança keynesiana. Ela não resolve tudo, mas evita que fiquemos discutindo o “ponto de vista do Tesouro”, que tanto retardou uma retomada econômica naqueles tempos.

Apesar das lições do passado, algumas questões ainda nos desafiam: Quando chegará ao fim a chamada recessão técnica? Quando teremos uma nova ordem internacional? Que nova ordem será essa? Qual o papel das economias líderes no novo contexto?

É possível, se não tivermos outro tsunami como o do ano passado, uma recuperação em 2010. Será duradoura? Difícil antecipar. Mas não é difícil antever agora uma corrida pelo papel que as diversas economias terão no mundo próximo.

No discurso feito em fevereiro ao Congresso norte-americano, o presidente Barak Obama deu o tom do seu propósito ao mostrar um programa de recuperação econômica voltado para a retomada da liderança dos Estados Unidos no mundo. Como? Fazendo uma enorme aposta no desenvolvimento tecnológico e em inovação.

Ao lado disso, propôs um ambicioso programa educacional que recupere o terreno perdido frente aos demais países industrializados. A afirmação é clara: “Numa economia global, onde a mais valiosa qualificação que você pode vender é seu conhecimento, uma boa educação não é apenas uma oportunidade - é um pré-requisito”.

No outro extremo do planeta não é diferente. O primeiro ministro da China, Wan Gang, não por acaso ex-ministro de Ciência e Tecnologia, também afirma que a solução fundamental para a retomada da economia mundial recai em um conjunto de inovações tecnológicas disruptivas. Para ele, isso vai requerer a emergência de novas indústrias, a criação de novos mercados e a busca de novas forças que impulsionem o desenvolvimento econômico.

Em muitos países está evidente que, mais do que a recuperação do nível de atividade produtiva, é preciso olhar além do horizonte para ver o que vai acontecer no pós-crise. A agenda anticrise é também uma agenda de preparação para o futuro e intensa em inovação.

No Brasil, também é hora de olharmos à frente do nosso horizonte. O mundo emergirá diferente ao se recuperar do desastre. Haverá uma nova onda de fusões e aquisições. Novas empresas líderes em alguns mercados, novos produtos, novas fronteiras tecnológicas.

Sairá melhor quem estiver mais preparado. Quem tiver boas políticas. Nesse sentido, a crise financeira não pode nos levar a reduzir a ênfase que temos dado ao tema inovação. Mais: não podemos descuidar do apoio ao esforço privado de pesquisa e desenvolvimento.

Nós temos chances nesse mundo. Não são muitas, mas existem. Claramente temos potencial em energias renováveis, na produção de alimentos, em petróleo e gás. Em muitas manufaturas de médio e alto valor agregado somos competitivos e temos um mercado relevante. Isso vale para automóveis, tratores, máquinas agrícolas, em alguns segmentos de bens de capital, no setor aeronáutico e em software. Temos demanda doméstica para sustentar uma indústria química e farmacêutica relevantes.

Mas o futuro de tudo isso se decide agora. Não adianta apenas cuidar da macroeconomia de curto prazo. Ela é vital para assegurar o emprego e a renda. Mas como nos mostra o exemplo de fora, é preciso orientar nossa energia para sermos mais competitivos, mais inovadores. É isso que fará diferença.

kicker: É preciso olhar além do horizonte para discernir o que pode ocorrer no pós-crise

Fonte: Gazeta Mercantil

Sem Categoria & e-learning & Educadores & Educação a Distância & acessibilidade ESAB em 11 Mar 2009

Educação tecnológica

“O homem é produto do meio, da raça e do momento”, já dizia Machado de Assis.

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E o momento a que me refiro é o da era digital, iniciada no fim do século 20, que traz, como herança, a revolução do conhecimento e da tecnologia. Vivemos cercados por recursos tecnológicos. Na medicina, vidas são salvas graças aos avanços tecnológicos. Nas atividades financeiras, sacamos dinheiro, efetuamos depósitos e pagamentos em caixas eletrônicos, sem interagir com um humano. Em nosso dia-a-dia, temos o elevador que, com simples toque de um botão, nos leva ao andar desejado.

Em casa, antes mesmo de aprenderem a falar corretamente, nossas crianças já sabem usar o controle remoto da televisão. Nas escolas, já existe a lousa eletrônica em substituição ao quadro-negro, onde o professor, por meio de uma caneta eletrônica, pode acessar arquivos e buscar páginas na internet.

Os laboratórios de informática e de ciências complementam os livros e a sala de aula. Através de login e senha, os alunos já podem fazer suas tarefas em casa via internet. As universidades, por sua vez, já oferecem cursos de ensino a distância.

Esses são apenas alguns exemplos que nos levam a pensar sobre a evolução tecnológica. Diante dessa realidade, nós, pais e educadores, não podemos deixar de nos preocupar em “alfabetizar tecnologicamente” nossas crianças e jovens para que possam compreender melhor o mundo que nos rodeia. Mas como? Qual a melhor maneira?

Grandes empresas, em nosso País, já estão encontrando essas respostas, pois elegeram o setor da educação para desenvolver suas propostas de responsabilidade social e lançaram projetos de educação digital para escolas públicas e funcionários de empresas cadastradas. Projetos que contam com a parceria de órgãos estaduais, instituições responsáveis pela educação em cada Estado.

Outra maneira encontrada por várias escolas para responder ao desafio pedagógico do uso dos recursos tecnológicos foi criar departamentos de tecnologia para capacitação dos professores para tirarem o máximo proveito da interação entre alunos e recursos tecnológicos.

Como são habituados à comunicação eletrônica e a receber grandes quantidades de dados e mensagens, os alunos geralmente confundem isso com informação fundamentada e conhecimento. Cabe à escola, nesse momento, um papel importante na educação e na orientação dos alunos sobre como se relacionar, de maneira eficiente e produtiva, com o grande universo on-line, principalmente no que se refere às pesquisas realizadas via internet.

Sabemos que não basta oferecer tecnologias se não prepararmos nossas crianças para uma educação que ensine a pensar. Essa, por sua vez, deverá ser alicerçada nos quatro pilares da educação que devem moldar o aprendizado: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. As tecnologias não produzem nada sozinhas. O homem é o seu grande provedor e usuário, e só ele definirá uma utilização adequada ou não.

Pollyana Vieira de Andrade é pós-graduada em Computação na UCG, especializada em Consultoria na Fundação Getúlio Vargas e coordenadora de Informática no Externato São José

Fonte: O Popular

tecnologia & Informática ESAB em 09 Mar 2009

Empresas oferecem programas gratuitos

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Grandes nomes da tecnologia lançam programas gratuitos de qualidade para enfrentar os rivais da Microsoft

Até um certo tempo atrás, quando a gigante Microsoft mantinha uma hegemonia quase inabalável sobre o mercado de programas para PCs, comercializados a altos preços, a ideia presente entre os usuários era de que os programas gratuitos (‘‘freeware’’) não ofereciam plena qualidade. Aos poucos, essa cultura mudou, graças às boas iniciativas ligadas ao software livre e a empresas que entraram para o campo do freeware. Hoje, grandes nomes da área de tecnologia — como IBM, Sun Microsystems e Google — surpreendem os usuários mais desavisados com a oferta de bons programas gratuitos.

A IBM é um exemplo de empresa tradicional do mundo da informática que hoje segue a tendência de incorporar ao seu modelo de negócio a oferta de versões gratuitas da maior parte de sua linha de software. Conhecidas com Community Editions, estas versões foram o meio, segundo a empresa, que ela encontrou para democratizar o acesso à informação e ao conhecimento para a comunidade acadêmica, desenvolvedores de aplicativos e para pequenas e médias empresas.

Ao todo, são cerca de 1200 produtos disponibilizados pela IBM à comunidade. Entre eles, para o usuário doméstico, o destaque é o Lotus Symphony. Trata-se de um pacote de programas de escritório que inclui processador de texto, planilhas e apresentações, servindo como alternativa ao Office da Microsoft. A versão gratuita do software foi lançada em 2007 e foi bem recebida pelo mercado. Em apenas uma semana, o software foi baixado por mais de 100 mil usuários. No ano passado, o Lotus Symphony foi eleito pela revista americana CRN (Computer Reseller News) como a melhor aplicação para desktops, ganhando o prêmio de produto do ano.

A IBM também oferece outros softwares gratuitos da linha Lotus, que podem ser usados para colaboração e aprendizagem a distância (e-learning). Os pequenos e médios negócios também são contemplados com programas como o DB2 Express-C , software que funciona como um servidor gratuito de banco de dados de produção, e o Rational Team Concert Express, programa para equipes de desenvolvimento de software.

Outro software de um grande nome da área de tecnologia que é bem avaliado por publicações especializadas é o pacote de programas para escritório OpenOffice.org, da Sun Microsystems. Numa matéria que compara o desempenho das principais ferramentas de escritório disponíveis, o site Information Week tece elogios ao OpenOffice.org por sua boa compatibilidade com o Office da Microsoft. Segundo a publicação, não há como errar na escolha desse software que torna muito mais fácil para o usuário migrar uma solução para a outra e continuar o trabalho já realizado sem prejuízos.

O pacote OpenOffice.org chegou recentemente à sua terceira edição — que atingiu cerca de 3 milhões de downloads em uma semana —, caracterizada por oferecer um bom suporte a múltiplos formatos de documentos, dentre eles o PDF. O OpenOffice.org é composto pelo editor de texto Writer, pelo editor de planilhas Calc, pelo software de apresentação Impress, pelo programa de desenho vetorial Draw, pelo editor de fórmulas matemáticas Math e pelo gerenciador de banco de dados Base.

Um dos nomes mais fortes na área de freeware é o Google. Uma pedra no sapato da Microsoft, a empresa mais conhecida por sua ferramenta de busca oferece, além do editor de textos e planilhas online Google Docs (docs.google.com), um pacotão de programas gratuitos. O Google Pack é composto por programas como o navegador Chrome, a ferramenta de segurança Spyware Doctor Starter Edition, o gerenciador de fotos Picasa, o gerenciador e reprodutor multimídia RealPlayer, o software mapas e imagens aéreas Google Earth, o antivírus Norton Security Scan, o gerenciador de arquivos Google Desktop, o visualizador de documentos Adobe Reader e o comunicador Skype.

Em mais um golpe contra a supremacia da Microsoft nas telas dos PCs, a última atualização do Google Pack passou a adicionar atalhos para o Google Docs, Calendar e o serviço de e-mail Gmail na área de trabalho dos computadores em que for instalado.

DOWNLOADS

Lotus Symphony: Pacote de software de escritório da IBM, com programas de edição de texto, planilhas e apresentações. Para download: http://symphony.lotus.com

OpenOffice.org: Pacote de programas de escritório da Sun Microsystems, composto pelo editor de texto Writer, pelo editor de planilhas Calc, pelo software de apresentação Impress, pelo programa de desenho vetorial Draw, pelo editor de fórmulas matemáticas Math e pelo gerenciador de banco de dados Base. Download: www.openoffice.org

Google Pack: O Google Pack tem atrativos como o navegador Chrome, a ferramenta de segurança Spyware Doctor Starter Edition, o gerenciador de fotos Picasa, o software mapas e imagens aéreas Google Earth e o comunicador Skype. Para baixá-lo, acesse http://pack.google.com

Fonte: Diário do Nordeste

e-learning & Educação a Distância & pós-graduação & esab & promoção ESAB em 21 Nov 2008

Promoção Natal ESAB 2008

Promo    o Natal ESAB 2008 - Promo    o Natal ESAB 2008

Finalmente está chegando o Natal. Época gostosa, ruas e casas ficam iluminadas, o espírito natalino nos enche de amor e esperança, as pessoas sorriem mais, fazem planos, celebram juntas e renovam uma tradição desta época que é tão antiga quanto o próprio Natal: trocar presentes.


A Promoção Natal ESAB 2008, quer mostrar essa tradição de uma forma diferente, sugerindo que você dê um presente para sua carreira, sim, que tal você dar um presente pra você mesmo? Você merece!


Clique aqui e aproveite essa oportunidade.



Por Paulinho Uda

esab & promoção ESAB em 11 Set 2008

Olimpíadas ESAB – Especialização dos Campeões

Blog da esab Joubert ganhador do ipod touch - Blog da esab Joubert ganhador do ipod touch


O prêmio, um iPod Touch, oferecido pela ESAB – Escola Superior Aberta do Brasil, foi sorteado entre os alunos que participaram da Promoção Olimpíadas ESAB, realizado entre os dias 06 de agosto e 02 de setembro.



Por: Paulinho Uda

esab & acessibilidade ESAB em 19 Ago 2008

Januário Pereira do Couto: uma vida melhor com a pós da ESAB

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Januário Pereira do Couto tem 43 anos e acaba de terminar a pós-graduação em Engenharia de Sistemas pela ESAB. Separado, pai de dois filhos (um com 22 e outro com 20 anos), Januário trabalha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília e é amigo e parceiro de Marcelo Pimentel. Ele adora jogar xadrez, é o quarto jogador na categoria deficiente visual da modalidade e estará numa competição internacional na Ilha de Santa Marina, Grécia, defendendo as cores do Brasil.

Fale um pouco mais de você.

Nasci em Formosa, Goiás, sou formado em administração de empresas. Eu já dei alguns treinamentos para deficientes visuais nesta área de internet, ajudar a aprender os programas, navegar.
Eu trabalhei no TSE, até o ano passado, na questão da acessibilidade digital. Testava o site, dizia o que estava bom, onde tinha de mudar. Trabalhei com o Marcelo na acessibilidade da página da Caixa Economica Federal, pela Politec.

Qual é a experiência de navegar para você?

Quando eu conheci o Dosvox eu comecei a navegar. No início, lia muito jornal e comecei a usar o e-mail. Depois fui aprendendo a usar outros softwares, estudando os outros softwares - antes o VirtualVideo e agora o Jaws.

A internet é uma ferramenta que vem trazer quase uma igualdade. Porque temos as informações que qualquer pessoa que possui visão tem.

Há dificuldade de acesso na rede? Existem sites que inacessíveis por conta de sua deficiência?

Quando os sites são em imagem pura é muito difícil [nota: vídeos em flash e outras tecnologias não podem ser vistos pelos softwares que os deficientes visuais usam]. Hoje, com a criação e adesão ao W3C e a lei da acessibilidade, os sites são bem mais acessíveis e a maioria a gente consegue usar.

Por que você escolheu a ESAB para fazer a pós-graduação? Mudou a sua vida profissional?

Porque no curso on-line eu pude fazer no meu tempo. E todo o material estava disponível, totalmente acessível. Haviam muitas imagens que a ESAB disponibilizava em texto para a gente. Então eu não tive dificuldade nenhuma.

A vida profissional muda, sem dúvida. Começa pelo lado financeiro. Eu tive uma melhorazinha de salário. E as portas vão se abrir, porque a partir de agora posso dar aula em universidade. Num concurso, é mais um título que eu vou ter. E também pelo foro íntimo: eu encho o peito para falar que tenho pós-graduação em Engenharia de Sistemas.

Você acha que os esforços (inclusive os seus trabalhos) para inclusão dos deficientes funcionam? Isso muda a vida dos portadores?

Eu acho que a gente tem que investir nisso cada vez mais. Cada esforço é válido e superproveitoso, traz cada vez mais deficientes visuais para o mundo. Antigamente, o deficiente ficava em casa, ouvindo seu radinho e era só. Hoje ele está no mundo, está na rede, no chat, envia e recebe e-mail, tem outras fontes de notícia. A gente está ligado ao mundo, participamos dos movimentos que surgem.

Para você entender: eu sou deficiente visual e tenho um filho surdo. Ele tem uma enorme facilidade para navegar, montar computadores ou instalar softwares, por exemplo. E tem muita dificuldade para se comunicar no dia-a-dia. Eu às vezes tenho muita dificuldade de me comunicar com ele, preciso criar.

De toda forma, a deficiência é uma dificuldade, sim. Por exemplo: ir ao cinema. O filme tem que ser dublado e mesmo assim, a gente perde detalhes, porque não vê a cena. Não posso ir daqui para outro lugar de carro agora, depois de conversar com você. O que a deficiência não pode ser é um impeditivo para viver.

É difícil paquerar, conhecer novas pessoas. Há muito preconceito, isso existe, é uma coisa latente no mundo.



Fonte: ESAB

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