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tecnologia & Informática & Universo Digital & acessibilidade ESAB em 21 Mai 2010
Sistema para unir internet e televisão.
É incrível como as novidades aparecem! Agora imagine essa tecnologia a serviço da educação? Antigamente eram apenas os cadernos, livros, lápis, caneta e borracha, em seguida a educação passou a ser a distância pelos correios ou TV, quem não se lembra dessa época?
Então o que era de grande ajuda agora está ficando melhor, internet e TV juntas. Vamos esperar pela sequência dos novos capítulos.
Curioso sobre o assunto? Então leia a matéria abaixo e assista ao vídeo.
Fonte: Site G1 - www.g1.com.br
GOOGLE ANUNCIA SISTEMA PARA UNIR INTERNET E TELEVISÃO
Companhia apresentou Google TV em evento nos Estados Unidos.
Usuário poderá alternar acesso à web e à programação de TV na tela.
O Google apresentou nesta quinta-feira (20), durante o evento I/O , em San Francisco (EUA), seu sistema que une internet e televisão, o Google TV.
Com o navegador Google Chrome, o usuário do Google TV poderá acessar seus sites preferidos por meio do televisor e alternar entre a televisão e a internet. “Com toda a internet na sua sala, a TV torna-se mais do que uma TV – pode ser um visualizador de fotos, um console de games, um leitor de músicas e muito mais”, escreveu Salahuddin Choudhary, gerente de produto do Google TV, no blog oficial da companhia.
O sistema promete facilitar a busca por programas de televisão. Se o usuário já sabe qual canal ou programa deseja assistir, é só digitar seu nome que o Google TV o encontra. “Se preferir navegar em vez de fazer uma busca, você pode usar o seu guia de programação padrão, o DVR ou o a tela inicial do Google TV, que permite acesso rápido a seus conteúdos preferidos”, exemplificou Choudhary.
Outra função apresentada pelo Google é focada em esportes. No exemplo, um jogo de basquete é exibido em uma tela secundária enquanto o espectador confere os resultados de outros jogos simultaneamente em um browser aberto em primeiro plano.

Eric Schmidt, presidente do Google, durante a apresentação do Google TV em evento nos Estados Unidos. (Foto: Paul Sakuma/AP)
A plataforma de web para TV roda o sistema operacional Android. Depois do lançamento, o Google liberou ferramentas para os desenvolvedores criarem novos aplicativos, que serão distribuídos por meio do Android Market. Cerca de 3 mil programadores que trabalham com o sistema do Google participam do I/O.
Com a novidade, o Google mira um público de 4 bilhões de pessoas que assistem a televisão no mundo todo. Só nos Estados Unidos, os telespectadores gastam em média cinco horas em frente ao televisor, de acordo com números apresentados pela empresa durante o evento.
A empresa está trabalhando em conjunto com a Sony e a Logitech para colocar TV Google dentro dos aparelhos de TV e Blu-Ray. De acordo com Choudhary, os produtos devem ser colocados à venda ainda neste ano nos Estados Unidos.
No mesmo evento, o Google anunciou a chegada da versão atualizada do sistema operacional Android para celulares. O Android 2.2, de acordo com a empresa, é mais rápido e oferece mais aplicativos voltados para a área corporativa do que a versão anterior.
Assista ao vídeo.
Fonte: CNET - http://www.cnet.com
Dica: Você poderá traduzir as legendas de inglês para português, para isso siga os passos abaixo:
1 - Clique no botão opções do player e escolha “Transcrever Áudio”.

2 – Em seguida aparecerá uma tela informando que o serviço é experimental, clique em OK.

3 - Clique novamente no botão opções do player escolha “Traduzir legendas”.

4 - Escolha a tradução e clique em traduzir.

VÍDEO
Por: ESAB - Marketing
tecnologia & Informática Marketing em 28 Jul 2009
Tendência ou ficção?!

Bom, se é uma tendência ou ficção, é bem verdade que estamos caminhando para transformar a ficção em uma realidade. A cada dia, a educação a distância toma novos rumos e alcança lugares que há pouco tempo na cabeça de muitas pessoas nem se quer se imaginava.
Tentem imaginar o dia em que literalmente sua sala de estar, ou aquele quartinho onde fica o computador e algumas coisas guardadas, irão virar sua sala de aula. As pessoas terão tanta conectividade e interação que irão realmente se sentir próximos uns dos outros, bem vindo, isso é educação a distância.
Hoje tal situação pode acontecer de maneira virtual, dentro do imaginário de cada um, mas, talvez em menos tempo do que se imaginam, as pessoas poderão trocar idéias e discutir através de sistemas ligados diretamente em seu computador ou sua TV, onde você terá contato com o professor, abrir fóruns de discussões e muito mais.
No ensino a distância, suas duvidas poderão ser tiradas com hora marcada e vendo o as orientações do professor, desenvolver trabalhos com seus colegas de turma que estarão a milhares de kilômetros de distância, fazer downloads e uploads só com o comando de sua voz, discutir a preparação de apresentação com todos olhando na tela ao mesmo tempo o que está sendo proposto.
Enfim, o futuro está mais próximo do que imaginamos, ou na verdade, mais próximo do que a maioria das pessoas imagina, onde talvez nem de um clique precisemos mais, apenas a nossa presença no ambiente onde o aparelho esteja, será o suficiente para que dê o comando e entre em sua sala de aula.
Você que estiver fazendo um curso de Pós-graduação a distância, MBA a distância e outros cursos como os que a ESAB – Escola Superior Aberta do Brasil oferece, como Extensão Universitária e Qualificação Básica e Acelerada, poderá quem sabe, ter toda essa mobilidade e facilidade para desenvolver seus estudos, onde o aprendizado será o ponto central.
Discuta e opine o que você acredita que acontecerá com o ensino a distância. Acredito que será inevitável novos rumos e cada vez mais acessível a todos, tendo em vista que a cada dia que passa a tecnologia avança não mais a galopes, mas sim a velocidades supersônicas. Sua sugestão é bem vinda.
Por Robson Lemos
Informática Marketing em 03 Abr 2009
Laptop educacional garante otimismo de fabricantes

Venda de notebooks devem avançar 40% neste ano, atingindo seis milhões de unidades
A disseminação do uso de notebooks nas salas de aula de escolas públicas e privadas está garantindo o otimismo dos fabricantes de PCs, mesmo em um ano em que os institutos de pesquisa admitem que o crescimento das vendas será menor que em 2008.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o mercado de computadores pessoais no Brasil em 2009 não deve crescer, apresentando as mesmas vendas de 12 milhões de máquinas de 2008. Porém, isoladamente, as vendas de notebooks devem disparar 40%, para 6 milhões de unidades, enquanto as de computadores de mesa devem recuar 22%, para os mesmos 6 milhões de unidades.
A licitação do Ministério da Educação (MEC) pelos primeiros 150 mil notebooks educacionais é apenas um começo. De tela menor que um notebook tradicional e com alguns softwares educacionais instalados, os equipamentos – também conhecidos por netbooks – são vistos como novo material didático.
Fonte: IT Web
tecnologia & Informática ESAB em 09 Mar 2009
Empresas oferecem programas gratuitos

Grandes nomes da tecnologia lançam programas gratuitos de qualidade para enfrentar os rivais da Microsoft
Até um certo tempo atrás, quando a gigante Microsoft mantinha uma hegemonia quase inabalável sobre o mercado de programas para PCs, comercializados a altos preços, a ideia presente entre os usuários era de que os programas gratuitos (‘‘freeware’’) não ofereciam plena qualidade. Aos poucos, essa cultura mudou, graças às boas iniciativas ligadas ao software livre e a empresas que entraram para o campo do freeware. Hoje, grandes nomes da área de tecnologia — como IBM, Sun Microsystems e Google — surpreendem os usuários mais desavisados com a oferta de bons programas gratuitos.
A IBM é um exemplo de empresa tradicional do mundo da informática que hoje segue a tendência de incorporar ao seu modelo de negócio a oferta de versões gratuitas da maior parte de sua linha de software. Conhecidas com Community Editions, estas versões foram o meio, segundo a empresa, que ela encontrou para democratizar o acesso à informação e ao conhecimento para a comunidade acadêmica, desenvolvedores de aplicativos e para pequenas e médias empresas.
Ao todo, são cerca de 1200 produtos disponibilizados pela IBM à comunidade. Entre eles, para o usuário doméstico, o destaque é o Lotus Symphony. Trata-se de um pacote de programas de escritório que inclui processador de texto, planilhas e apresentações, servindo como alternativa ao Office da Microsoft. A versão gratuita do software foi lançada em 2007 e foi bem recebida pelo mercado. Em apenas uma semana, o software foi baixado por mais de 100 mil usuários. No ano passado, o Lotus Symphony foi eleito pela revista americana CRN (Computer Reseller News) como a melhor aplicação para desktops, ganhando o prêmio de produto do ano.
A IBM também oferece outros softwares gratuitos da linha Lotus, que podem ser usados para colaboração e aprendizagem a distância (e-learning). Os pequenos e médios negócios também são contemplados com programas como o DB2 Express-C , software que funciona como um servidor gratuito de banco de dados de produção, e o Rational Team Concert Express, programa para equipes de desenvolvimento de software.
Outro software de um grande nome da área de tecnologia que é bem avaliado por publicações especializadas é o pacote de programas para escritório OpenOffice.org, da Sun Microsystems. Numa matéria que compara o desempenho das principais ferramentas de escritório disponíveis, o site Information Week tece elogios ao OpenOffice.org por sua boa compatibilidade com o Office da Microsoft. Segundo a publicação, não há como errar na escolha desse software que torna muito mais fácil para o usuário migrar uma solução para a outra e continuar o trabalho já realizado sem prejuízos.
O pacote OpenOffice.org chegou recentemente à sua terceira edição — que atingiu cerca de 3 milhões de downloads em uma semana —, caracterizada por oferecer um bom suporte a múltiplos formatos de documentos, dentre eles o PDF. O OpenOffice.org é composto pelo editor de texto Writer, pelo editor de planilhas Calc, pelo software de apresentação Impress, pelo programa de desenho vetorial Draw, pelo editor de fórmulas matemáticas Math e pelo gerenciador de banco de dados Base.
Um dos nomes mais fortes na área de freeware é o Google. Uma pedra no sapato da Microsoft, a empresa mais conhecida por sua ferramenta de busca oferece, além do editor de textos e planilhas online Google Docs (docs.google.com), um pacotão de programas gratuitos. O Google Pack é composto por programas como o navegador Chrome, a ferramenta de segurança Spyware Doctor Starter Edition, o gerenciador de fotos Picasa, o gerenciador e reprodutor multimídia RealPlayer, o software mapas e imagens aéreas Google Earth, o antivírus Norton Security Scan, o gerenciador de arquivos Google Desktop, o visualizador de documentos Adobe Reader e o comunicador Skype.
Em mais um golpe contra a supremacia da Microsoft nas telas dos PCs, a última atualização do Google Pack passou a adicionar atalhos para o Google Docs, Calendar e o serviço de e-mail Gmail na área de trabalho dos computadores em que for instalado.
DOWNLOADS
Lotus Symphony: Pacote de software de escritório da IBM, com programas de edição de texto, planilhas e apresentações. Para download: http://symphony.lotus.com
OpenOffice.org: Pacote de programas de escritório da Sun Microsystems, composto pelo editor de texto Writer, pelo editor de planilhas Calc, pelo software de apresentação Impress, pelo programa de desenho vetorial Draw, pelo editor de fórmulas matemáticas Math e pelo gerenciador de banco de dados Base. Download: www.openoffice.org
Google Pack: O Google Pack tem atrativos como o navegador Chrome, a ferramenta de segurança Spyware Doctor Starter Edition, o gerenciador de fotos Picasa, o software mapas e imagens aéreas Google Earth e o comunicador Skype. Para baixá-lo, acesse http://pack.google.com
Fonte: Diário do Nordeste
e-learning & Tempo & tecnologia & Informática & Universo Digital & Educação a Distância ESAB em 13 Nov 2007
Criar problemas é a solução!
Dizem por ai que a tecnologia veio pra resolver todos os problemas que não tínhamos antes dela. Então criar problemas é a solução!
Período Off-line
Fui bancário nos anos 80 e me lembro que tinha um horário certo para entrar e sair do trabalho, e quando saia do trabalho, eu saia mesmo! Eu tinha um computador, mas não existia a Internet, conseqüentemente não lia e-mails e nem ficava navegando por horas a fio, ele era usado como videogame, pois tinha jogos muito melhores que os consoles da época.
Eu ia para o trabalho ouvindo fita K7 no meu Walkman da Sony, não usava muito, pois as pilhas descarregavam rápido e eu nunca consegui ouvir as mesmas músicas muito tempo. Também não existia telefone celular e a única vez que um chefe me ligou fora de hora na minha casa, foi pra ir a um churrasco na casa dele. A única forma de enviar mensagens autenticadas na época era através do TELEX. Além de agüentar o barulho ensurdecedor da máquina, se você quisesse armazenar a mensagem tinha que gravar em uma fita de papel que parecia serpentina. Chats, só no 145 – O Disque amizade.
Eu comprava discos de vinil na loja, comprava livros na livraria, fazia pesquisas na biblioteca pública, visitava agências de turismo para ver as fotos dos lugares onde queria passar as férias. Por falar em fotos, eu gostava de fotografar e sempre ficava apreensivo esperando a revelação pra saber se ficaram boas ou não. E meu círculo de amizades era restrito a escola, trabalho, vizinhos e parentes.
Período On-line
Na época em que fui bancário, a categoria tinha em média 800 mil colaboradores. Hoje esse número é quase a metade menor, pois os correntistas fazem quase todas as operações pelo Home Banking. Vivo cercado de computadores e estou conectado o tempo todo. Envio e recebo, uma centena de e-mails todos os dias. Fico espantado quando alguém me diz que não tem uma conta de e-mail.
Hoje a indústria de games é maior que a do cinema. Com meu Podcast, posso passar vários dias ouvindo músicas sem repetir nenhuma delas e ainda vejo as notícias e novidades enquanto sigo para o trabalho. Conheci mais pessoas através da rede nos últimos 3 anos, do que nos últimos 30 anos off-line.
Compro quase tudo pela Internet, não só pelo número de opções, mas porque geralmente é mais barato e entregam na porta da minha casa. O meu celular tem tantas funções, que às vezes esqueço que ele é um telefone.
Ainda gosto de fotografar, mas a palavra “revelação” só consigo associar a um grupo de pagode. No começo dos anos 90, cheguei a gastar US$ 1200 dólares em ligações internacionais em um único mês, hoje ainda converso (e vejo) as mesmas pessoas sem gastar nenhum tostão.
Quem cria problemas, é a inquietude e a curiosidade humana. A tecnologia é a nossa solução.
A tecnologia transformou nossa sociedade, e isso se deve a nossa busca incessante pelo conhecimento, pela sede do novo, pela busca da perfeição. Conseqüentemente o grau de conhecimento exigido hoje é muito maior e a renovação do conhecimento deve ser constante.
Isso criou uma nova necessidade e uma solução inovadora: O e-learning.
Se nos anos 80, terminar o ensino superior marcava o fim do período escolar na vida de um indivíduo, hoje ele é visto como um passo importante, dos vários que um profissional terá que dar durante sua vida. Diante dos desafios e da velocidade do mundo globalizado (e conectado), o e-learning se apresenta como uma evolução na forma como adquirimos conhecimento, pois essa busca não tem fim e essa tecnologia (o e-learning) trouxe a solução para quem trabalha e precisa de horários flexíveis para estudar, assim sobra tempo para que possamos continuar fazendo o que mais gostamos de fazer – criar problemas que ainda não temos.
Por: Paulinho Uda
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Corporativês: downsizing e e-learning
Geral & corporativo & tecnologia & Redes Sociais & Informática & Universo Digital ESAB em 08 Nov 2007
1º StartupCamp Brazil Web - São Paulo

Empreendedorismo na Internet nos dias de hoje
O 1º StartupCamp Brazil - Web reunirá startups web operacionais e pré-lançamento, blogueiros, angels, VCs e instituições ligadas a novos negócios, visando fomentar o crescimento e a profissionalização do ambiente de empreendedorismo na web brasileira.
O Evento será realizado sábado, dia 10 de novembro, no Espaço Gafanhoto em São Paulo - Capital, a partir das 09:00hs. Veja a programação completa.
Para participar do evento, você deve criar um perfil na comunidade StartupCamp Brazil.
Para quem não puder comparecer, acesse o Twitter do Blog da ESAB e acompanhe em tempo real todos os acontecimentos do evento.
Por: Paulinho Uda
tecnologia & Second Life & Redes Sociais & Informática & Universo Digital & estatística ESAB em 24 Out 2007
Você sabe qual é o tamanho do universo digital?

O YouTube atingiu no ano de 2006 a marca de 100 milhões de vídeos exibidos por dia. Atualmente são carregados 100 mil vídeos diariamente. Especialistas dizem que mais de um bilhão de músicas no formato MP3 são compartilhadas pela Internet todos os dias. Em 1998 o número de contas de e-mail era de 253 milhões, em 2006 são 1.6 bilhões e em 2010 a previsão é que chegue perto de 2 bilhões de contas.
Fotos, vídeos, e-mails, torpedos, sites, blogs, redes sociais, etc, tudo isso faz parte do universo digital, que continua expandindo rapidamente e usando mídias digitais para armazenar essas informações.
Mas, qual o tamanho do universo digital, qual a velocidade da sua expansão e quais as implicações desta rápida expansão? Um estudo realizado pela empresa de pesquisa em tecnologia IDC, para a EMC Corporation, fez uma projeção de todo o universo digital até 2010:
Qual é o tamanho real do universo digital?
Em 2006 produzimos 161 Exabytes (161 bilhões de gigabytes) de informação digital, isso equivale ao conteúdo de todos os livros já escritos, multiplicado três milhões de vezes. Se esses livros fossem empilhados, seriam necessárias doze pilhas de livros que se estenderiam da Terra até o Sol ou ainda uma única pilha de livros que fariam duas vezes a órbita da Terra em torno do Sol. Se esses livros fossem distribuídos, cada homem, mulher e criança da Terra teriam seis toneladas de livros, é o peso de um elefante adulto.
Previsão da IDC
Entre 2006 e 2010 a quantidade de informação digital criada anualmente crescerá seis vezes, chegando a 988 exabytes em 2010. Em 2010 a pilha de livros poderia sair do Sol e ir até Plutão e voltar.
A IDC prevê que neste ano de 2007 a quantidade de informação criada e replicada (255 exabytes), ultrapassará pela primeira vez a capacidade de armazenamento disponível (246 exabytes). Entre 2006 e 2010 a capacidade de armazenamento das mídias crescerá a uma taxa de 35% ao ano, enquanto a quantidade de informação crescerá a uma taxa de 57% ao ano, no mesmo período.
Com este volume de informação, as organizações precisam repensar os atuais modelos e solucionar problemas com a privacidade, segurança, propriedade intelectual, gerenciamento de conteúdo, adoção de tecnologia, gerenciamento de informação e arquitetura dos Data Center’s.
John Gantz, analista da IDC, afirma que é importante entender os fatores por trás do tamanho do universo digital. Um dos dados mostra que em 2010, cerca de 70% da produção de conteúdos digitais, serão produzidos pelos próprios usuários.
Berkeley X IDC
Os estudos seguiram os moldes dos trabalhos realizados pela Berkeley - Universidade da Califórnia, divulgados em 2003, que na época mostrou que só no ano de 2002, nós produzimos 5 exabytes de informação, parece pouco olhando os 161 exabytes de 2006. Mas o número é espantoso se levarmos em conta que, desde que o homem começou a fazer registros nas paredes das cavernas até o ano 2000, a humanidade levou cerca de 27 mil anos para produzir os mesmos 5 exabytes de informação que foram produzidos apenas no ano de 2002.
O estudo da IDC considerou também que cada arquivo é replicado em média três vezes, o total encontrado foi de 161 exabytes de informação em 2006. Já o estudo de 2003 só considerou os arquivos originais, mas contabilizou os arquivos não-digitais (gravações analógicas e impressos) e estimou quanto de espaço consumiria se fosse digitalizada. Se fossem considerados apenas os arquivos originais, a quantidade de informação digital em 2006 seria de 40 exabytes.
Entendendo os números (em bytes)

Previsões são previsões. Os números impressionam, mas não são absolutos. Basta comparar o estudo de 2003 da Berkeley, que previa um crescimento da informação na ordem de 30% ao ano (na época não existia YouTube e outras redes sociais), com o novo estudo do IDC. As tentativas de previsões nem sempre são acertadas. Lembrem-se de Bill Gates, que em 1981 soltou a pérola “640KB devem ser suficientes para qualquer um”. Pouco tempo depois ficou provado que ele estava errado, hoje, só o Windows Vista Ultimate (2007) ocupa 6,9GB de espaço, mais de onze mil vezes o que Bill Gates considerava “suficiente” em 1981.
Clique aqui e veja mais sobre este assunto (O ticker da EMC que mostra a expansão do universo digital em tempo real)
Por: Paulinho Uda